<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699</id><updated>2012-02-16T09:41:46.267Z</updated><title type='text'>O Mundo e eu!</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699.post-8077807547537226773</id><published>2007-12-27T16:55:00.000Z</published><updated>2007-12-27T16:56:21.316Z</updated><title type='text'>Ai...o amor!</title><content type='html'>Aquelas palavras que nos concebem enquanto seres afectivos. Aquelas que todos pensam serem capazes de proclamar, mas no fundo acabam na incerteza inocente de essa sua capacidade. Aquelas que um dia, induzido por um impulso destemido e arrojado, te direi. Será que serei capaz? Ou cairei no mesmo erro absurdo de todos aqueles que se consideram capazes de as dizer? Talvez sim. Talvez não consiga falar directamente com o coração. E, afinal, que importância tem isso? O que realmente devotamos são os nossos verdadeiros sentimentos. E não, uma simples expressão verbal.&lt;br /&gt;Mas, como a palavra fala por si mesma e não podemos demonstrar o nosso sentimento de outra maneira, somos muitas vezes obrigados a dizê-la. Assim sendo….Amo-te!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2188896327842255699-8077807547537226773?l=andrevidal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/8077807547537226773/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2188896327842255699&amp;postID=8077807547537226773' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/8077807547537226773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/8077807547537226773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/2007/12/aio-amor.html' title='Ai...o amor!'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699.post-88808182370144848</id><published>2007-12-17T23:57:00.000Z</published><updated>2007-12-18T00:01:58.135Z</updated><title type='text'>Parar para pensar</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Um lugar. Um espaço. Um canto. Tão escuro, mas tão reconfortante ao mesmo tempo. Quando a ele designa-mos algum do nosso tempo, que por vezes chega a ser muito, dele não queremos abdicar nem por nada. Não que seja um lugar cómodo, mas talvez nos deixe numa posição, essa sim, cómoda. Recorremos a este espaço para escapar, desaparecer, ignorar o mundo à nossa volta. Sabemos que não é isso que devemos fazer, mas é um erro que continuamos a cometer vezes e vezes sem conta, chegando mesmo a ser irreversível.&lt;br /&gt;Rodeado por espelhos que estão constantemente a ser estilhaçados com sentimentos de ódio, raiva, medo. E é um lugar tão disponível que por vezes não damos conta que lá estamos. Chega a ser uma necessidade emergente sempre que nos deparamos com dificuldades.  talvez seja mesmo inerente à condição psicologca do ser humano.&lt;br /&gt;Lágrimas. Desespero. Desequilíbrio. Porque é um espaço no qual o isolamento é a única solução. Um espaço à margem da sociedade, distanciado da negatividade mundana.&lt;br /&gt;Um lugar. Um espaço. Um canto. &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#33ccff;"&gt;Um refúgio&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2188896327842255699-88808182370144848?l=andrevidal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/88808182370144848/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2188896327842255699&amp;postID=88808182370144848' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/88808182370144848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/88808182370144848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/2007/12/parar-para-pensar.html' title='Parar para pensar'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699.post-3552223155795202061</id><published>2007-11-14T22:17:00.000Z</published><updated>2007-11-14T22:18:11.923Z</updated><title type='text'>Mãe</title><content type='html'>Há um paradoxo que desafia toda e qualquer sociedade, que consiste na designação da palavra “mãe”. O termo para designar o indivíduo do sexo feminino de quem descendemos, segundo uma ordem científica, é progenitora. Mas porque será que lhe chamamos mãe? Será “mãe” uma expressão de afecto?&lt;br /&gt;No fundo, todos pronunciamos a palavra “mãe” sem nunca termos pensado no que significa. Será ela dotada somente de um mero significado físico? Na realidade, somos condicionados a chamar a nossa progenitora de “mãe”. Somos como que obrigados a chama-la assim, devido ao hábito da sociedade. Mas imaginemos: se não fosse essa a nossa obrigação, iríamos deixar de chama-la “mãe”? Provavelmente não. E porquê? Talvez porque mãe não é só um nome comum, mas também uma palavra dotada de um encaixe especial.&lt;br /&gt;Para mim, a designação de tal palavra é condicionada pelo nosso consciente e não por um hábito vulgar. “Mãe” é, talvez, um termo elevado a um alto estatuto. Podemos, por exemplo, compara-la com a religião cristã. Mãe é como um Deus a quem devemos obediência, que, de vês, em quando contestamos. Se assim for, a nossa vida é promulgada por dez pecados mortais, sendo eles: não desarrumes o quarto, a sala de estar, a cozinha, a dispensa, a casa de banho, o corredor, o escritório, a sala de jantar, o sótão e a garagem.&lt;br /&gt;Se quisermos comparar “mãe” a um estatuto mais mundano, podemos, então, compara-la a um Estado. Afinal, a mãe tem também os seus ministérios incutidos de vários problemas: o ministério do pequeno-almoço, o ministério do almoço, o ministério do lanche e o ministério do jantar. Com tantas despesas, estará o orçamento em bom estado? Será, então, a nossa mãe, uma boa governadora? Será ela adepta do nacionalismo económico? É obvio que não, na medida em que, quando se trata do seu cidadão (filho), não olha a meios para aumentar as despesas não exigindo receber sequer uma única receita, deixando a nossa balança comercial familiar completamente desequilibrada, mas, claro, muito mais feliz.&lt;br /&gt;Há ainda outra questão. Quem, senão a pessoa mais generosa do mundo, escolheria um progenitor com um nome pai? Pai deriva do latim clássico padre. Só uma pessoa que quer muito o nosso bem elevaria o nosso progenitor a um termo tão consagrado.&lt;br /&gt;A conclusão a que chego depois de pensar neste assunto, é que não há sentimento superior do que o que abrange mãe e filho. É a chamada relação maternal. Na minha opinião, “mãe” é, então, o vime branco da vida de um filho, é a aresta iluminada de um cubo solto na escuridão, é a oitava cor do arco-íris, é a sexta ponta de uma estrela…de, somente, cinco pontas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2188896327842255699-3552223155795202061?l=andrevidal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/3552223155795202061/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2188896327842255699&amp;postID=3552223155795202061' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/3552223155795202061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/3552223155795202061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/2007/11/me.html' title='Mãe'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699.post-4530502098875149935</id><published>2007-10-23T21:08:00.000+01:00</published><updated>2007-10-23T21:38:20.001+01:00</updated><title type='text'>Deus existe, ou nao!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Já que alguns amigos me tem pedido encarecidamente para continuar a comentar no meu blog, hoje venho-vos falar de um assunto que me inquitea o intelecto jà há algum tempo - a origem da Religião.&lt;br /&gt;O que é verdade é que não consigo compreender exactamente a origem daquilo que , hoje em dia, consome, alguns de forma fanática, grande parte da população mundial. O que é, afinal de contas, a Religião? Porque, simplesmente, não temos todos a mesma religião? Qual a razão de haverem crenças e ideis tão distintas? Qual delas está certa?&lt;br /&gt;Observando a diversidade de religiões hoje em dia, começo por reparar que a religião depende do espaço e do tempo. A Religião nasce porque as pessoas precisam dela...Não será a Religião uma forma de reconfortar as pessoas? De dar uma razão de vida à população?&lt;br /&gt;Na verdade, no caso do Cristianismo, este apareceu e divulgou-se, porque transmitia as ideias que o povo queria ouvir, aquilo que era necessário naquela época... E, por exemplo, o cisma existente no seio da Igreja Cristã, ou seja, a divisão entre Igreja Protestante e a Igreja Católica, deveu-se à modificação da opinião pública. Mas, porque existiram estas questões? Naturalmente porque cada um tinha uma forma mais justa de viver a religião. Cada um necessitava que a religião lhe ensinasse determinados principios.&lt;br /&gt;A religião, na minha opinião, é o que os intervenientes fazem dela. E onde está a veracidade de todos os dogmas religiosos, se estes foram criados pelo Homem? Não terá sido, por exemplo, a implantação do Cristianismo como religião oficial do Estado, em Itália, no período do imperador Constantino, uma estratégia política de unificação do Império?&lt;br /&gt;Se pensarmos bem, Deus está abrangido na idéia do ideal humano de uma personalidade primordial e infinita. Perfeita. Não será este Deus a quem as pessoas gostam de prestar culto? A alguem perfeito que as pode ajudar e é omnipotente e omnipresente? Não será essa uma figura inexistente?&lt;br /&gt;Provavelmente voltarei a falar neste assunto....Talvez esteja errado, ou talvez não....&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2188896327842255699-4530502098875149935?l=andrevidal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/4530502098875149935/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2188896327842255699&amp;postID=4530502098875149935' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/4530502098875149935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/4530502098875149935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/2007/10/deus-existe-ou-nao.html' title='Deus existe, ou nao!'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699.post-4947158156942400253</id><published>2007-09-23T01:55:00.000+01:00</published><updated>2007-09-23T02:11:52.987+01:00</updated><title type='text'>Prós e Contras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Pois é! Já foi, não há muito tempo, que começou a nova jornada do programa da RTP1, “Prós e Contras”. E realmente temos que notar que, infelizmente, há coisas que nunca mudam. Será que Fátima Campos Ferreira nunca mais se cala?!&lt;br /&gt;O programa começou de uma forma interessante. O “Caso Maddie” foi o assunto escolhido para debater, deixando a apresentadora claramente aterrorizada para intervir, já que os convidados eram maioritariamente profissionais ligados ao ambiente policial.&lt;br /&gt;Já vem sendo hábito no programa de debates, as pessoas convidadas serem de uma idade superior aos 50 anos. Porque será que as pessoas sábias e inteligentes (sim, aqueles que vão aos programas de televisão) têm de ter sempre uma idade igual ou superior à meia-idade? Dei, assim, por mim a pensar que sou um caso de sucesso, já que tenho vindo a adiantar bastante o tempo do meu relógio. No meu dia-a-dia isso só me tem trazido chatices, mas para se ser um génio, vale tudo.&lt;br /&gt;No decorrer, dei por mim a determinar os “prós e contras” do programa. Bem, para o começo de uma nova jornada, era esperado uma renovação na decoração do estúdio, que, por qualquer razão não se fez notar. Talvez para a próxima chamem alguém, como Elsa Raposo, já que ela tem tanto gosto para trocar. Outra das coisas que denotei, foram os convidados, que estavam revestidos por indumentárias francamente originais. Nada mais original que um fato preto com gravata! Nunca anttes visto na televisão portuguesa! Reparei também que deviam estar todos maquilhados pela mesma pessoa, fazendo-se isto notar pela quantidade de rugas que cada um tinha. Já para não falar do bigodinho aprumado e olhar compenetrado. Estavam, de facto, tão parecidos, que faziam lembrar uma boysband, talvez coreografada por Marco de Camillis, que já vem sendo cara da RTP. Só foi pena não ter havido uns mortais e umas raparigas giras.&lt;br /&gt;As críticas dos jornais, após o programa, têm-se revelado a favor da redução da roupa da apresentadora Fátima Campos Ferreira, provavelmente devendo-se ao facto de as apresentadores da RTP terem tendencia a aparecer nas revista apresentando uma óptima forma física (casos de Merche Romero, Sónia Araujo e Judite de Sousa). No caso de Judite, ela poderia nem estar assim tão bem, mas, quer dizer, lado a lado com Fernando Seara, o seu corpo não poderia ter parecido melhor!&lt;br /&gt;Bem, com notícias destas em revistas cor-de-rosa, pode ser que no próximo programa de “Prós e Contras” a média de idade reduza significativamente.&lt;br /&gt;Por fim, espero que as propostas aqui apresentadas sirvam para algum alento aos directores do programa que, apesar de tudo, estão de parabéns, pois não pertencem aos tantos e demasiados desempregados deste país. A estes deixo uma mensagem: quando chegarem as cinquenta, deixem crescer o bigode e pode ser que acreditem em vocês!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Vidal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2188896327842255699-4947158156942400253?l=andrevidal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/4947158156942400253/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2188896327842255699&amp;postID=4947158156942400253' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/4947158156942400253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/4947158156942400253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/2007/09/prs-e-contras.html' title='Prós e Contras'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2188896327842255699.post-3308694398879323580</id><published>2007-09-02T18:33:00.000+01:00</published><updated>2007-09-02T18:43:19.544+01:00</updated><title type='text'>O vício de fazer homor!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Antes de mais quero aqui louvar o bom gosto do blog em ter convidado um humorista consagrado para escrever um texto de humor. Mas, infelizmente, ele recusou e acabei por ser eu a fazê-lo.&lt;br /&gt;Bom, geralmente é assim que começa um texto humorístico: com uma boa piada, neste caso inferiorizando o “humorista consagrado”, claro. Este assunto da utilização da boa piada, tem, obviamente, a ver com o evitar do desinteresse do leitor assim que começa a ler o texto, principalmente no caso do “leitor português”. Este leitor é normalmente muito exigente em relação ao que lê, ou seja, se no título ou na introdução do texto não são referenciadas quaisquer alusões a sexo, drogas, armas ou futebol, o leitor português não se presta á leitura desse texto (já estão, certamente, a perceber o sentido da utilização da palavra vício no título, não já?)&lt;br /&gt;Cocó! Viram esta? De certeza que alguém soltou uma gargalhada quando se deparou com a banal piada das fezes. O objectivo é surpreender. Se o texto surpreende o leitor e provoca o riso, então é um texto humorístico. De certeza que ninguém esperava que eu começasse o meu parágrafo por “cocó”. Estariam, possivelmente à espera que eu mudasse de assunto começando o parágrafo com uma expressão, como “no entanto” ou “contudo”. Bem, no fundo foi o que eu fiz, utilizando apenas uma expressão relacionada com fezes.&lt;br /&gt;Isto era só para deixar o espectador ansioso pelo início deste novo parágrafo. No fundo o objectivo do humorista é não deixar escapar a atenção do leitor. Se o leitor se desinteressa do texto, então esse texto não é humorístico. É por isso que vou ter que recorrer outra vez à palavra sexo.&lt;br /&gt;Outra característica importante do texto humorístico é a utilização correcta da palavra. “Correcta?”, pensará o leitor. Correcta, no sentido em que as palavras são como os sons: umas soam bem, outras não. Não será melhor ler palavras como “sinopse” ou “incandescente” (neste momento estou a inventar, pois o humorista também tem de ter alguma criatividade), do que palavras como “carapuça” ou “chinelo”? Estarão certamente a perguntar-se, visto que este texto é um texto de humor, o porquê de ainda não ter usado nenhuma destas palavras. Pois eu vos responderei que usei agora mesmo quando as referi. Vêem, não é assim tão difícil, pois não?&lt;br /&gt;No texto humorístico a parte mais difícil é quando chegamos à conclusão. Queremos que o leitor acabe de ler o texto com um sorriso agradável, mesmo que efémero, pois isso faz com que valha a pena todo o nosso esforço. Mas para isso, não poderei recorrer à palavra “cocó” novamente, nem à palavra sexo, pois já seria repetitivo. Bem, lá se terá que arranjar novamente uma piada.&lt;br /&gt;O quê? Estava à espera de uma piada? Se a conclusão de um texto nos surpreende, então esse texto é humorístico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2188896327842255699-3308694398879323580?l=andrevidal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://andrevidal.blogspot.com/feeds/3308694398879323580/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2188896327842255699&amp;postID=3308694398879323580' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/3308694398879323580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2188896327842255699/posts/default/3308694398879323580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andrevidal.blogspot.com/2007/09/o-vcio-de-fazer-homor.html' title='O vício de fazer homor!'/><author><name>joao vidal</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09547936488546152710</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
