Aquelas palavras que nos concebem enquanto seres afectivos. Aquelas que todos pensam serem capazes de proclamar, mas no fundo acabam na incerteza inocente de essa sua capacidade. Aquelas que um dia, induzido por um impulso destemido e arrojado, te direi. Será que serei capaz? Ou cairei no mesmo erro absurdo de todos aqueles que se consideram capazes de as dizer? Talvez sim. Talvez não consiga falar directamente com o coração. E, afinal, que importância tem isso? O que realmente devotamos são os nossos verdadeiros sentimentos. E não, uma simples expressão verbal.
Mas, como a palavra fala por si mesma e não podemos demonstrar o nosso sentimento de outra maneira, somos muitas vezes obrigados a dizê-la. Assim sendo….Amo-te!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Parar para pensar
Um lugar. Um espaço. Um canto. Tão escuro, mas tão reconfortante ao mesmo tempo. Quando a ele designa-mos algum do nosso tempo, que por vezes chega a ser muito, dele não queremos abdicar nem por nada. Não que seja um lugar cómodo, mas talvez nos deixe numa posição, essa sim, cómoda. Recorremos a este espaço para escapar, desaparecer, ignorar o mundo à nossa volta. Sabemos que não é isso que devemos fazer, mas é um erro que continuamos a cometer vezes e vezes sem conta, chegando mesmo a ser irreversível.
Rodeado por espelhos que estão constantemente a ser estilhaçados com sentimentos de ódio, raiva, medo. E é um lugar tão disponível que por vezes não damos conta que lá estamos. Chega a ser uma necessidade emergente sempre que nos deparamos com dificuldades. talvez seja mesmo inerente à condição psicologca do ser humano.
Lágrimas. Desespero. Desequilíbrio. Porque é um espaço no qual o isolamento é a única solução. Um espaço à margem da sociedade, distanciado da negatividade mundana.
Um lugar. Um espaço. Um canto. Um refúgio.
Rodeado por espelhos que estão constantemente a ser estilhaçados com sentimentos de ódio, raiva, medo. E é um lugar tão disponível que por vezes não damos conta que lá estamos. Chega a ser uma necessidade emergente sempre que nos deparamos com dificuldades. talvez seja mesmo inerente à condição psicologca do ser humano.
Lágrimas. Desespero. Desequilíbrio. Porque é um espaço no qual o isolamento é a única solução. Um espaço à margem da sociedade, distanciado da negatividade mundana.
Um lugar. Um espaço. Um canto. Um refúgio.
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